Um dia, há muito tempo atrás comentei com uma amiga de trabalho que queria uma cabeça de Buda. Só que achar uma Cabeça de Buda reconheço que não é uma tarefa muito fácil, andei vendo umas, mas o precinho não era pro meu bolso. Até que no meu último dia de trabalho (pedi demissão de duas escolas - não estou desempregada não, ainda tenho crédito de 4) tive a surpresa de receber um lindo presente. Abri igual a criança, no dia de aniversário. Quando vi o que era, quase caí pra trás. Lá estava, minha linda Cabeça de Buda , junto com o que é melhor:
"Pra você querida amiga
a Cabeça de Buda, que você tanto queria.
Com ela vai meu desejo, que esse não
seja o fim e sim o início de um novo ciclo.
Sentirei falta dos nossos papos,
na sala dos professores.
Com amor,
Pati"
Queridas vocês têm noção de como estava ao teminar de ler o cartão? Me debulhando em lágrimas pelo carinho para comigo.
Muitas vezes tudo é tão corrido, ainda mais agora que perdemos 1,8 microsegundos do nosso dia depois do terremoto do Chile (você sabia?), que muitas vezes deixamos de lado pequenos gestos de delicadeza e gentileza, como o que a Pati fez comigo (thank you amiga - é que ela é professora de Inglês). Aproveito para agradecer o carinho e a atenção das pessoas queridas que conheci por aqui. Há muito queria agradecer à presença de vocês, aqui no meu finito universo. Sei o quanto o nosso tempo de mulher moderna (mãe, profissional, cozinheira, arteira, blogueira e afins) é precioso e ter a visita de vocês no meu humilde bloguinho, me deixa com a mesma sensação de quando abri a caixa do Buda, pipocando de alegria. Irei visitar todas (é que estou sem PC) e retribuir, o carinho e a alegria que me são oferecidos, sempre. O dia em que não retribuir à visita de vocês, ao menos com um: Olá! Deixo de ser blogueira. Afinal, a interação é a peça fundamental do mundo dos blogs.
Então bora deixar de papo e vamos ver minha Cabeça de Buda?
Ó ela, reinando absoluta no meu quarto. Linda, nê?
O cantinho completo ficou assim:
A cesta e as lanternas comprei no SAARA, aqui no Rio, o jarro é uma herança de sogra, a bolinha de topiaria fui eu que fiz e o bonitão da foto é o Tonico, que no momento da foto estava vendo desenho, esparramado na minha cama. Ô coisa boa.
PS: Não repara nas fotos, estou testando os dotes da mega, super, ultra máquina de retratos que ganhei do maridão.
Tô apanhando pra aprender, mas depois de quase 1 ano dela na caixa, resolvi encarar meu trauma tecnológico, só pra mostrar minha Cabeça do Buda, pra vocês.
Doces beijos
nocês e
inté a próxima.