25 de mar. de 2010

E deu-se a luz

Confesso que acessórios do lar, não representam para mim, uma escolha definitiva. Vivo achando um lugar novo, pros meus. Foi assim com essa luminária, que comprei, super em conta, na Nossa Terra loja mega fofa que tem aqui no Centro do Rio de Janeiro, com preços que cabem no meu bolso.


A bonitinha aí da foto, já passou pelo quarto, pela sala, mudou de casa (ela foi passear na casinha de férias), voltou pra cá e agora retornou pro seu lugar de origem, minha mesa de cabeceira. Descobri sua valia, quando coloquei, outra em seu lugar e percebi que não era uma luminária e sim um holofote.
Agora queridas não quero outra vida, antes de dormir coloco a leitura em dia à luz de minha amada luminária.

Vovó já dizia: a gente só dá valor quando não tem mais. Ainda bem que corri e trouxe a bonitinha de volta.

Doces beijos nocês e inté a próxima.

20 de mar. de 2010

Cabeça de Buda

Um dia, há muito tempo atrás comentei com uma amiga de trabalho que queria uma cabeça de Buda. Só que achar uma Cabeça de Buda reconheço que não é uma tarefa muito fácil, andei vendo umas, mas o precinho não era pro meu bolso. Até que no meu último dia de trabalho (pedi demissão de duas escolas - não estou desempregada não, ainda tenho crédito de 4) tive a surpresa de receber um lindo presente. Abri igual a criança, no dia de aniversário. Quando vi o que era, quase caí pra trás. Lá estava, minha linda Cabeça de Buda , junto com o que é melhor:

"Pra você querida amiga
a Cabeça de Buda, que você tanto queria.
Com ela vai meu desejo, que esse não
 seja o fim  e sim o início de um novo ciclo.
Sentirei  falta dos nossos papos,
na sala dos professores.
Com amor,
Pati"

Queridas vocês têm noção de como estava ao teminar de ler o cartão?  Me debulhando em lágrimas pelo carinho para comigo.
Muitas vezes tudo é tão corrido, ainda mais agora que perdemos 1,8 microsegundos do nosso dia depois do terremoto do Chile (você sabia?), que muitas vezes deixamos de lado pequenos gestos de delicadeza e gentileza, como o que a Pati fez comigo (thank you amiga -  é que ela é professora de Inglês). Aproveito para agradecer o carinho e a atenção das pessoas queridas que conheci por aqui. Há muito queria agradecer à presença de vocês, aqui no meu finito universo.  Sei o quanto o nosso tempo de mulher moderna (mãe, profissional, cozinheira, arteira, blogueira e afins) é  precioso e ter a visita de vocês no meu humilde  bloguinho, me deixa com a mesma sensação de quando abri a caixa do Buda, pipocando de alegria. Irei visitar todas (é que estou sem PC) e retribuir, o carinho e a alegria que me são oferecidos, sempre. O dia em que não retribuir à visita de vocês, ao menos com um: Olá! Deixo de ser blogueira. Afinal, a interação é a peça fundamental do mundo dos blogs.
Então bora deixar de papo e vamos ver minha Cabeça de Buda?


Ó ela, reinando absoluta no meu quarto. Linda, nê?
O cantinho completo ficou assim:


A cesta e as lanternas comprei no SAARA, aqui no Rio, o jarro é uma herança de sogra, a bolinha de topiaria fui eu que fiz e o bonitão da foto é o Tonico, que no momento da foto estava vendo desenho, esparramado na minha cama. Ô coisa boa.

PS: Não repara nas fotos, estou testando os dotes da mega, super, ultra máquina de retratos que ganhei do maridão. apanhando pra aprender, mas depois de quase 1 ano dela na caixa, resolvi encarar meu trauma tecnológico, só pra mostrar minha Cabeça do Buda, pra vocês.

Doces beijos nocês e inté a próxima.

11 de mar. de 2010

Qual é a cura para esse mal?

A Rita minha vizinha (de verdade ela mora aqui perto de casa) e uma das pessoas mais fofas que  "conheci" (entre aspas, pois ainda não nos conhecemos pessoalmente - Rita o convite da ida ao Saara ainda está de pé, viu?) aqui na blogosfera, me disse que o bloguinho está tendo problemas de configuração. Ela não conseguiu ler o conteúdo do post anterior, pelo visto não foi só ela, fiquei na minha média de acessos, mas não tive comentários (ok!  também existe a possibilidade de muitos não terem gostado do post), por isto, na dúvida resolvi escrever pra vocês.

Fiz um check up ( até falando como médica, é que acabei de vir do médico com o Tonico, aí os termos entram por osmose) por aqui e não encontrei nenhum erro, mas reconheço que sou limítrofe no que diz respeito a HTML, layout, analytics, gadget e afins.  

Então, enquanto não descubro a cura para esse mal (me lembrei da música que a minha xará Fernanda Takai cantava na época do Pato Fu): 

"A cura, para todo mal
Está no Hipoglós, no Merthiolate e no Sonrisal"

Ok! Reconheço que esse foi um momento nada haver, mas é que tenho saudades do Pato Fu e também acredito que a cura pra muitos males, está nas coisas simples da vida. Como ter um blog, por exemplo. Estou me curando de muita coisa, aqui com vocês.

E você está conseguindo acessar o Casa da Dona Santa sem problema?

Ah! Responde aí (ou melhor aqui), preciso de um feedback docês, pra descobrir se há algo errado mesmo ou se foi um problema passageiro.

Doces beijos nocês e inté a próxima.


9 de mar. de 2010

E os sapatos?

Existem uns dilemas de decoração que nos deixam  de cabelo em pé. E lugar pra guardar sapatos, pra mim é um deles.
Que mulher não compra mais sapatos do que necessita? E fica sem  saber onde colocá-los. Garanto que a Imelda Marcos é a única que pode falar:
eu compro sapatos e tenho onde guardá-los.
Como provavelmente ela não lê o bloguito, aí a dica  não vale para ela e sim pra você.
Buscando alternativas 4C: charmosas, criativas e cuti-cuti, pra guardar nossos sapatinhos. Cheguei a isto:

Amei.
Já tem uma cama ótima e quer algo mais simples. Encaixote, essa ideia, ops! seus sapatos.

Essa eu queria uma igual.


Repara só. Seria cortina ou sapateira? Sapateira ou cortina?


E viva a necessidade, pois ela nos torna mulheres criativas. E isto sim é criatividade.

Doces beijos nocês e inté a próxima.

2 de mar. de 2010

E viva a cola.

People (em homenagem aos de língua inglesa que passam por aqui). Dia desses em minhas andanças aqui pelo mundo blogolístico me deparei com isto:


Uma piasinha de banheiro que clamava por um help.
Aí sem usar nenhuma máquina de costura (a Jenny autora da obra, deve ser das minhas, ainda não domina a arte da costura)  num passe de mágica fez isto:


Moral da história? Pras felizardas que sabem costurar esse post é banal, mas pro grupo das que, assim como eu, não dominam essa arte, isto é um ACHADO.
Sem dúvida a habilidade é a alma do negócio.
É, pelo visto tenho que procurar a minha por aí. Deve estar escondida em algum lugar.
PAP click aqui.
Doces beijos nocês e inté a próxima.
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