28 de jun. de 2010

Sobre tradições da Copa e selinhos.

Desde da Copa de 1994, temos uma tradição em família. O menu dos dias de jogos é o mesmo, aqui em casa:
  • Arroz;
  • Canjiquinha;
  • Couve à mineira (cortadinha bem fininha, por favor!) e
  • TORRESMO!!!!!  (fico com água na boca, só em escrever essa palavra).
Deixando todas as indicações cardiológicas de lado, já estava agoniada... 3 jogos do Brasil e nada de torresmo, por aqui. Até que peguei minha mãe pelo laço e implorei, em nome do bom desempenho da seleção na Copa, por um torresminho. Afinal, tradição é tradição, nê? Aí, não teve jeito, dá uma espiada:


Amo um torresminho, crocante, fazendo CROCK, CROCK.

Me pus a acompanhar minha mãe na feitura desse prato, que pra mim é  the best e a cara das mulheres mineiras da minha vida, (não, infelizmente não sou mineira, como já me perguntaram, mas Vovó Santa, Vovó Geralda - a bisa do Tonico e Dona Flora - minha mãezinha e a dona da receita, são).

Então, pra fazer um típico torresmo mineiro você irá precisar:

3 kg de toucinho cortado em cubos, temperado com alho, sal e limão;
1 xícara de café de álcool;
e muita disposição.
 
         Tempere os toucinho e deixe descançar de um dia pro outro;

        Coloque na panela , em fogo baixo;

        Tampe a panela para não emporcalhar o fogão;

        Quando tiver metade da panela de gordura, tire do fogo e coloque o álcool.

ATENÇÃO tire a panela do fogo. Só depois que o álcool evaporar, é que você leva novamente ao fogo baixo e termina de fritar.

Dica: Guarde a gordura, em  potes de vidro e  prepare arroz com ela. Além, de ficar saboroso, ele fica soltinho e brilhante, mas não conta isso pro seu cardiologista não. Se bem, que a Bisa Geralda diz:

"Minha filha, cheguei aos 98 anos, comendo banha de porco, guardada em lata de ferro".

Depois disso, dizer o que, nê?

Bom apetite!

Ah! a receita  da canjiquinha também é um caso a parte, faça igual é indicado na embalagem e depois  de pronto, acrescente 1 xícara de chá de queijo parmesão FRESCO - fica um espetáculo.
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Selinhos!!!!!!!
Quatro de uma vez. podendo.

Esse ganhei da dona da pia de banheiro mais linda da blogosfera, Michelle:


Esse da querida Carola,  a dona da porta mais chique da blogosfera:


Então, vamos as perguntinhas, desses dois selinhos aí de cima:

1. O que mais me cansou na obra?

Cansou não, o que mais está me cansando é o descaso do Grupo TKC, franquia da Italínea em Niterói. Eles são  profissionais em sabotarem o sonho dos outros.

2. O que adorei ou estou adorando na obra?

Os spots do quarto. Se fosse uma mulher de po$$es, colocaria na casa inteira, até na área de serviço.

Esse aqui, ganhei da mãe da Olívia, a doce Larissa, profissa em assuntos arquitetônicos:


E esse daqui, ganhei da Flavinha a dona da cozinha mais criativa da blogosfera e a regra é dizer qual foi sua idéia mais criativa...


Sem dúvida nenhuma, colocar uma saladeira da Coza no lugar da cuba de sobrepor na área da churrasqueira do Lar de Férias.


O povo quando vai comer um churrasquinho lá em casa, ADORA. A ideia já até rendeu outros frutos... minha amiga do peito, irmã camarada Cecell, fez o mesmo no Spa que ela montou.

OBS:  Dia desses vi numa revista de decoração, que não lembro mais qual  foi, que o Guto Requena, (arquiteto, fofo, cute cute, que amo seus projetos de paixão)  fez o mesmo em seu apartamento (hiuppe! ADOREI saber disso), mas Guto a minha eu fiz 1º, tá? Olha a vergonha: ela está assim há quase dois anos, é  que deu problema no encanamento (como vocês podem ver) e o Val pelos motivos que já falei aqui,  ficou impossibilitado de ir consertar.

Ai! que alegria. Esses selinhos, não são minha cara?

Caramba!!! Que post gigantesco.

E olha que pensei que seria breve. Doce engano...

Então, pra esse post não ficar maior do que já está, ofereço esses selinhos pra vocês que chegaram até aqui.

Beijocas nos corações docês e inté a proxima.

24 de jun. de 2010

Cenografia doméstica

Que sou uma mulher prendada, isso até sogrinha sabe.

Que tenho ideias de girico, isso o Celo já descobriu.

Agora, que já sei tirar leite de pedra, nem eu sabia...

É o seguinte, minha sala  nos últimos meses virou depósito. Não tinha nada de bonitinho, muito menos organizado e isso me deixava, com os nervos a flor da pele, pois olhava e não me reconhecia no meio da bagunça, mas como não dá pra abraçar o mundo com as pernas, tinha que focar nos "problemas estruturais" dos outros cômodos e não nos decorativos da sala. Queria ter grana, pra mexer em tudo de uma vez só, mas com o meu saláriozinho, não dá, nê?

Como vocês bem sabem, ultimamente meu ponto focal estava voltado pro quarto e minha salinha ia ficando assim,  jogada pra escanteio (depois me perguntavam por que não mostrava minha sala aqui no bloguito). Viu Hanna? Está respondido, ela é quase imostrável, mas como aqui na Casa da Dona Santa, tudo é de verdade, mostro e provo que tem jeito. 


  • O sofá feio de morrer que ganhei da minha mãe, recebeu um corte de um tecido lindo, que vi, gamei e comprei. Sem saber muito bem onde iria usar;
  • A mesinha comprei tem uns 10 anos, estava horrorosa, era azul claro, pintei de branco e agora encapei com um tecido tipo juta, mas o vidro, que mandei cortar, pra proteger o tecido, quebrou;

  • A bolinha de topiaria, fiz com um ramo de sempre viva seco, queimei quase todos os meus dedos com a cola quente. Doeu, viu?

  • O cachepô da orquídea, fiz com sobras de madeiras e pintei com o resto da tinta do quarto;

  • A almofada de fita, fiz tem anos é muito simples, quando aprender fazer PAP, eu mostro;

  • O divino, fiz um pra mim, quando fiz o da Andréa;

  • O quadro maior era uma aquarela antiga, que já rodou várias paredes aqui de casa, pintei a moldura de branco, pra criar uma uniformidade visual com o postal de Ouro Preto  (o quadro menor) que mandei emoldurar;

  • A luminária de pé é neanderthal aqui em casa, já troquei o tecido da cúpula 200 vezes, pintei, bordei e agora pendurei meus brochinhos;

  • O cestinho de palha, recebeu uma capinha cheia de fuxiquinho de lycra que fiz, mas na hora de tirar a foto, os fuxicos ficaram do lado de errado. Já era. Estou atrasada, pro trabalho e não dá pra tirar outra foto.
Agora, olha a luminária de pertinho. Ela foi o objeto que me inspirou a dar uma tapa, no visual da sala. Estava com o potinho de broches lotado, dentro do armário e agora eles estão aqui. ADOREI!



Não ficou lindinha?

Sabe quanto gastei pra dar esse up na sala?  Nadica de nada.

Agora corre. Aposto contigo que  também dá pra você, ajeitar um cantinho do seu lar, só com as coisinhas que tem por aí, mas depois me mostra, tá?

Ah! Não esqueci dos selinhos que ganhei não é que estou com pressa, vou chegar atrasada no trabalho.

Beijocas nocês e inté a próxima.

20 de jun. de 2010

Demorou mais ele chegou


Adivinha do que estou falando? Adivinha, adivinha?

Do PISO!!!

É isso mesmo, ele já está por aqui.

Dizer que é lindo, seria chover no molhado. Então, vamos às  vantagens, que me levaram a escolhe-lo.
  1. Mão-de-obra qualificada e com garantia para a colocação;
  2. Melhor relação custo benefício;
  3. Rapidez e praticidade na instalação;
  4. Beleza do produto, nê? Porque sem ela fica difícil de engolir um laminado.
Até agora o grande desconforto pra mim, está sendo o toc-toc ao pisar, mas logo abstraio isso, quando lembro dos tacos arranhados e sem vida, que havia por aqui.



nas nuvens, até andar descalço me permiti. Confesso: tenho nojinho de andar descalço, até dentro da  minha própria casa. Seria TOC?

O colocador instalou o piso do quarto numa manhã, deixou tudo muito limpo e caprichou nos detalhes. Não encontrei nada errado, sou uma pessoa muito chata, com os detalhes é por isso que os montadores (não só eles, a franquia inteira) da Italínea  me odeiam.

Agora, dá uma olhada, no que estava morrendo de medo, de não dar certo: o rodapé.



Escolhi todos os acabamentos do quarto, mas na hora do rodapé, a tecnologia me passou a perna. Deixa eu explicar: tinha sonhado com os rodapés da Santa Luzia, lembra?  Depois encontrei dificuldade$ em encontrar os modelos que queria, por aqui, com preços acessíveis. Aí, entrei em contato com a fábrica em São Paulo, desses rodapés aqui. Só que o contato se deu 1º pelo e-mail da fábrica e depois pelo e-mail da representante deles aqui no Rio, só que os e-mails da representante carioca, entraram na minha caixa de spam e eu não vi. Nesse meio tempo, achei que não tinha resposta dela e o Celo começou a me pressionar por uma solução para o rodapé. Aí o autorizei (com o coração na mão) a fechar a compra do rodapé no mesmo padrão do piso. Isso, inflacionou o orçamento inicial, mas o Celo está todo bobo, com a sua escolha e eu também.

Com a conclusão do piso, a reforma do quarto, chegou ao fim. Agora, é só curtir a arrumação dos detalhes e isso, com absoluta certeza, irá render muitos posts.

Abrindo meu coração... estou com ele do tamanho de uma ervilha. Desde agosto do ano passado, quando comecei a reformar o apartamento, tinha como meu braço direito e esquerdo o Val (o pedreiro que faz de tudo pra mim, aqui e no Lar de Férias), mas como a Regina, a mulher dele tinha recebido o diagnóstico de câncer no fígado, ele ficou sem poder trabalhar.  Até tentei contratar outros profissionais, como mostrei aqui, mas não deu certo e resolvi esperar pela melhora da Regina, para o Val poder voltar pro batente. Ligava pra eles e dizia pra ela, que ela tinha que melhorar logo, pois minha pia da cozinha, ainda estava no meio da sala (rs!). Ela gargalhava e dizia, que iria despachar o Val pra fazer meu serviço, mas entre idas e vindas pro hospital, isso não aconteceu. Ontem, recebi a notícia que a luta da Regina teve fim (não o fim que esperávamos), junto com a conclusão da reforma do meu quarto. Como posso dizer que isso é coincidência?

Val e Regina, esse post  é de vocês.

Beijocas no ♥ docês e inté a próxima, com o Val aqui me dando uma força.

15 de jun. de 2010

Emprateleire essa ideia

Piso ainda não tenho (falta pouco, 6º feiras eles estarão aqui), mas prateleiras arrumadas já tenho, sim Senhora.

Estava eu aqui em casa esperando a hora do jogo (a tarde, sozinha, em casa, aí já deu um siricutico) e resolvi arrumar minhas prateleiras. Pra quem trabalha em 4 lugares, não dá pra perder uma oportunidade dessas, nê?

Tira aqui põe ali, vê fotos antigas no blog (não queria mudar aquilo que gostei) e segui ajeitando. Finalmente, consegui, ticar esse item da minha lista de afazeres da semana.

Bora vê e diz o que achou, tá?

Arrumei de novo os CD's e DVD's.

Coisitas de papelaria.

Livros, minha cabeça de Buda e Tonico (LINDO!).

Uma mantinha que coloquei no cesto.

Mais um trio, pra minha coleção. Adoro arrumar objetos em trio.

Enfeitando os nichos.

Nessa aqui coloquei de tudo um pouco.

Coloquei um balãzinho,  pra alegrar o conjunto da obra.
  
Arruma um pouquinho e para um pouquinho. Pra ver o jogo, nê?

Gostei tanto, da seção ajeita prateleiras, que estendi a arrumação até pra despensa.

                     

Beijocas nocês e inté a próxima.

14 de jun. de 2010

Enfim, as luminárias

Depois de quase 1 mês pedindo, mandando, implorando, solicitando, não teve jeito, o Celo só colocou as luminárias do quarto quando bem quis. Aqui em casa é assim, ele é uma beleza pra fazer essas coisas, mas tem que ser no tempo dele, não adiata eu forçar a barra, pois sou literalmente ignorada. Talvez, isso explique o fato de eu viver me aventurando a fazer as coisas por aqui, mas esse frio, me atacou a tendinite e eu não estou segurando nada, muito menos minhas lindas luminárias. Então, não teve jeito, tive que esperar pela boa vontade dele pra colocá-las.

Aqui ela ao lado da orquídea, pra que vocês visualizem o seu tamanico.

Aproveito também, pra oferecer a Zenaide a beleza da minha Cymbidium (graças a Taia já sei o nome da orquídea). Parabéns!

Valeu a pena a espera, elas são PERFEITAS. São do tipo bola, vão ladear a cama e substituir essas aqui.

Dá uma abstraída na bagunça do quarto e visualizem comigo minha cama
entre elas, junto com os criados mudos, que ficarão branquinhos. Sabe Deus quando.

Comprei essas luminárias bem baratinhas, acho que não chegou a R$ 50 (cada), na Candeia uma loja de luminárias super antiga que tem aqui em Niterói. A compra foi excelente, o vendedor foi muuiiittoo atencioso e simpático, ficamos lembrando do comercial que essa loja tinha numa rádio local, que existia por aqui quando era criança. No meio da loja, eu e o vendedor ficamos cantando o jingle do comercial:

Quando o escuro chegar Candeia ilumina o seu lar...

E no escurinho elas ficam, assim:

Ah! Como eu agradeço a Deus, por essas coisitas que me deixam mais feliz.

No final da compra, o vendedor que esqueci de perguntar o nome,  ainda aumentou o fio das luminárias pra mim (di grátis) e me indicou outra loja pra comprar os spots, pois o valor na Candeia estava mais caro. 

Comigo sempre acontece isso. Busco referências do passado para construir meu futuro (o nome do blog diz muito bem isso, nê?). Faço contatos, sou fiel as lojas e prestadores de serviços que se mostram dignos de minha confiança e no final das contas, até a compra de duas simples luminárias, me permite ter contato com pessoas do bem.

Não tem jeito, acredito muito na influência que nós podemos exercer, sobre as outras pessoas. Sabe aquela história do: atenda o telefone sorrindo, que a pessoa do outro lado da linha não verá o seu sorriso, mas sentirá boas vibrações na sua voz? Então, procuro ser assim, mas também não sou sangue de barata. Tem gente que me tira do sério e quando isso acontece, sai de baixo, não sobra pedra sobre pedra. A Italínea que me aguarde (momento desabafo), vieram aqui em casa, pra terminar a cagada, com uma mega má vontade, nada dava certo, no final o clima estava tão ruim, que o montador quebrou minha moringa (lindinha da mamãe). Tô puta da vida.

Ah! Mudando o rumo da prosa.  Catei um resto de MDF no lixo da Evviva, que tem perto do meu trabalho e estou fazendo arte com ele. Aguardem, ficou tão cute, mas só posso mostar pra semana, pois aqui no prédio, não pode furar parede no final de semana. Então, tenho que exercitar a paciência e esperar mas uma pouquinho.

Tenham uma semana de paz.

Doces beijos nocês e inté a próxima.

12 de jun. de 2010

Pra dizer que não falei das flores e de outras coisitas mais.

Ontem falei de ditadura, para meus pimpolhos. Cantamos Geraldo Vandré, expliquei o contexto da canção, para a época e falei da Primavera de Praga. Enfim, modestia a parte foi uma puta aula, não de Geografia, mas de vida.

ADORO trabalhar com EJA (Educação de Jovens e Adultos), é um universo paralelo dentro da precariedade da educação pública carioca, não por ter alunos nota 10 (a deficiência deles é muito grande), mas pelo prazer que alguns tem em estar ali, depois de um dia cansado de trabalho. É uma sede de saber, que mexe comigo.

Quer saber porque estou escrevendo tudo isso aqui? Afinal esse é um blog de decoração - ao menos eu tento que seja. É porque depois da aula, já era quase meia noite (moro muuiiittoo distante da escola que trabalho), passei nas Sendas (mercado 24h que tem aqui no meu bairro) e vi essa belezinha aqui.


Há tempos que estava namorando essa espécie de orquídea, mas o precinho era desanimador. As flores são rosa antigo, acho essa cor um ESPETÁCULO, até comprei um papel de parede dessa cor, para colocar no corredor aqui de casa, mas ainda não tive tempo de me aventurar nesse projeto. Então, olhando pra ela, pensei:

  • é cara, mas eu quero;
  • não tenho onde colocar (ainda estou vivendo em meio ao caos), mas arrumo espaço,
  • não tenho dinheiro, mas tenho cartão.

Então, bora pra minha casinha.

Depois de uma dia, onde falei do duro e do delicado, me presenteei com a delicadeza das flores dessa orquidea. Porque pra mim, não há nada melhor que curtir a beleza das flores, depois de 15h de trabalho (mentirinha, um banhinho morno é bem melhor).

Vai embora não, que ainda tem mais....
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Selinho:

Ganhei da Flavinha  do Meu querido diário de obras, mais um selinho.



Seguindo as regras do selo, devo falar sobre três coisas que eu gostava na infância:


            1. Brincar de casinha no porão da casa da Tia Dau, com minhas primas Karla e Déia;
            2. Mexer nas plantas do quintal, da casa da Tia Dau;
            3. Comer os quitutes de quem não mais está do meu lado: o bolinho de chuva que minha irmã Lucia,  fazia pra tomarmos com café nas tardes de frio e o biscoito de goma da Vovó Santa, que comia ainda quente e sempre queimava a língua (a saudade é do biscoito, não da língua queimada - kkk!!)

Eita! Saudade que mata.

E o selinho vai para:

Fátima, Zenaide, , Tauana, Paty, Biula, Karina, Ellen, Taia e Larissa.

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Sonhadores:

Caramba depois de ler o coment da Susi (geógrafa quinemquieu), me dei conta que já tenho 80 pessoas que Sonham comigo, tô tão feliz com a companhia de vocês aqui. Não penso nos números e sim nas pessoas que curtem meus sonhos.
Sou blogueira, desde 2006, mas a interação que encontrei na Casa da Dona Santa, nunca tive no outro blog.
Obrigada pela companhia docês!

Pra quem tem namorado, excelente Noite dos Namorados.

Uff! Escrevi muito, nê?

Beijocas em todas vocês e inté a próxima.

6 de jun. de 2010

Uma cozinha vermelha com certeza


Estava eu aqui em casa  no maior siricutico, indócil por nada acontecer em pleno feriadão chuvoso. Então, fui pra rua, passear um pouquinho e acabei comprando uma caixa de talheres pra cozinha do Lar de Férias. Aí lembrei que ainda, não tinha falado dela aqui. Eu e essa cozinha estamos vivendo um caso de amor, mais ainda faltam algumas coisinhas pra deixá-la como quero, como não tenho pressa, vou ajeitando aos poucos. Nela busco funcionalidade, mas com um toque de charme, senão, fica sem graça, nê?

A vedete da cozinha é sem dúvida, o armário antiguinho cor de tomate. ADORO!

Detalhe das minhas louças branquinhas.

A cortina que era do meu quarto, mudou de endereço e veio pra cá. Queria fazer com esse filtro de barro uma arte parecida com a que a Tânia fez com o dela, mas depois ela disse que não deu certo. pensando em pedir uma crocheteira pra fazer uma capinha pra ele.
Estão vendo a pontinha do kilim que ganhei da sogra? Agora ele está na cozinha, mas já rodou a casa inteira.

Simples e funcional é assm, que gosto.

Sabe aquela ideia de juntar? Fiz aqui também. Peguei um MDF, que minha amiga Cel pegou no lixo da Todeschini, fiz uma base para os temperos e coloquei ao lado do fogão.


A caixa de talheres quase não aparece na foto, mas é a branquinha, ali na esquerda.

Essa mesa é um charme. Redonda pra sempre caber mais um. Como aqui tudo é na base do improviso, o pé da mesa é de um máquina de costura. Curto muito dar novas funções aos objeto e acho essa ideia BBB. ADORO esse cantinho.

 Nos feriados e nas férias o papo em torno dessa mesa, rola que é uma beleza.

Aqui uns arranjos que fiz com as flores da primavera do jardim do Pedro, o vizinho. Os vasinhos são garrafas de azeite Musa que tem um rótulo que acho lindo e uma leiteira de cerâmica branca. Brejerices assim, me fazem mais feliz.

Vai um bolinho, aí?

Essa cozinha é assim, totalmente feita na base do reaproveitamento, tudo é de segunda mão, parece um colcha de retalhos, tem um pouco da história das pessoas que conheço. As louças de uns, os talheres de outros e assim ela foi nascendo. Com base no: Não quer mais? Me dá.


Quem disse que decoração só se faz com muito $$$ na c/c?

Beijocas nocês e inté a próxima.
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