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22 de mar. de 2015

Home Office arrumadinho

Se existe uma profissão no mundo que demanda um home office organizado, essa é a de professor e quando se é professora e crafteira, essa demanda é multiplicada por 10. Eis o meu caso! Então, manter a ordem neste cantinho é quase uma profissão de fé. Fé que a bagunça será domada, fé que os trabalhos serão concluídos a tempo, fé que a preguiça não vai tomar conta... Enfim, tenho fé que vou manter esse espaço de trabalho, assim, do jeitinho que deixei para tirar essas fotos: arrumadinho.







Coisa boa é ter tudo em ordem, né?

22 de dez. de 2014

Manta de crochê rosa antigo

Ainda sob o impulso do meu lado crocheteira, apresento para vocês a 1˚ manta de crochê que fiz.


Se você pensa que minha 1˚ manta de crochê foi essa bonitona aqui  esta enganada. A primeiríssima foi essa aqui de cima. Optei por fazer algo simples e sem excessos, já que era a primeira. Deu certo!
Já é bem antiguinha, só que nunca a mostrei aqui. Na realidade ela é um grande quadrado de crochê que fui fazendo até chegar ao tamanho de minha cama. O resultado ficou básico, mas é minha cara.

Beijocas e inté!

11 de mai. de 2014

Cabeceira zás-trás

Quem está por aqui há mais tempo sabe que uma dos propostas do blog é decorar com pouco. Tá certo que, ando numa vibe de crochê, mas venho com esse post me redimir de tal falha.

Quando mandei fazer meu armário Rodrigueano (bonitinhos, mas ordinário) tudo deu errado e o projeto inicial foi alterado a minha revelia. A parte de baixo da mesa do computador deveria ter um fundo que iria até o rodapé. Serviria para esconder os fios, mas sabe Deus porque o supervisor da loja trocou essa peça, pois disse que a anterior não funcionaria do jeito certo. Enfim, não paguei para ver, ficou do jeito que ele me indicou e isso não me incomoda. Só que a outra peça, coitadinha, ficou anos aqui em casa, a levei para o Lar de Férias e lá ela estava jogada no quartinho da bagunça, pegando poeira e umidade.

Na última faxina do quartinho da bagunça, marido tinha a posto na pilha de lixo. Resolvi que ela teria uma 2˚ chance e a resgatei desse trágico fim, para que ela brilhasse como cabeceira no quarto de hóspedes.



Bingo!!!!

Adorei e você?

22 de nov. de 2013

O quarto n˚ 2

Há bastante tempo fizemos uma reforma relâmpago lá no Lar de Férias. Cheguei a postar aqui o antes e depois do quarto n˚ 1, dos outros ainda não havia feito, pois queria terminar a decoração. Só que, recentemente, me dei conta de algo que rola por aqui. A decoração nunca tem fim.

Então, resolvi mostrar para vocês do jeito que está: inacabada... ao menos para mim.




mas com algo que me deixa com borboletas na barriga: o colorido.

24 de mar. de 2013

Meu quarto no portal: casa.com.br

Há muito, muito tempo atrás me pediram autorização pra publicar essa foto do meu quarto no portal Casa. com.br e não é que recentemente recebi um e-mail falando da matéria.



Espia lá. Tem outros quartos LINDOS e de blogueiras que amamos!

Clica na imagem abaixo que a "linkei" à matéria.


Obrigada pelo carinho. Estamos bem e felizes, pelo tantão de amor que recebemos de todos os lados.


21 de fev. de 2013

Notícias do "front". Ops! do quarto n˚1

Contei pra vocês que estou fazendo obra nas duas casas. Então, imagine quem anda dando as cartas?

A bagunça 

Ela tomou conta de tudo e nada de me largar, mardita essa tal de bagunça de obra. Não consigo produzir nada, colocar as coisas em ordem, nem pensar. Parece que fica assim... tudo meio que no ar e uma nuvem negra escrita: CAOS vai chegando de mansinho e tarda a sair.

Pra completar a seção suplício fui informada pela minha amada síndica que o barbará da cozinha do apê (que nunca mostrei aqui, por total falta de vínculo com o espaço) deveria ser quebrado, em pleno feriadão de Carnaval. Lógico que arrumei as trouxas e pus o pé na estrada.

Quando cheguei, descobri que meus armários da cozinha que são de uma empresa, daquelas que acham que todo mundo, que gosta de coisa bonita, tem rendimento na classe AAA +. Foram pro espaço. Receberam a água que estava minando da coluna do barbará e ficaram mais inchados do que mulher grávida. Tudo que estava dentro deles foi parar no chão da sala, que deverá receber outra demão de Synteko.

As notícias da obra do apê são, digamos, desanimadoras. Já a do Lar de Férias, estão concluídas. Oba!!

Então, faça como eu, deleite-se com as mudanças, mas não repara, pois ainda não decorei nada. Apenas, tornei os espaços habitáveis pros amigos que passaram o carnaval lá comigo.



A proposta de pintar tudo de branco, foi um grande desafio pra mim. Afinal, sou assumidamente uma pessoas colorida, mas optei por colorir o quarto com os acessórios, pois esse espaço funciona também como quarto de hóspedes e aí é melhor usar parcimônia.

Aqui, um pouquinho de como era. Um pesadelo da década de 80, com laje exposta e pintadinha, móveis de alvenaria  e uma parede vermelha que pintei com uma tinta velha que estava dando mole por lá.

No depois, optei por rebaixar o teto com drywall e acabamento com tabica (aquela linha de sombra que fica entre o teto e a parede). Deu bem menos trabalho que o gesso convencional. Em  apenas um dia duas pessoas rebaixaram 3 quartos iguais a esse das fotos.  Meu alvo era tampar a laje exposta, mas já que rolou rebaixamento de teto, não pude abrir mão de uma iluminação indireta, depois removi os móveis de alvenaria e clareei o espaço com paredes brancas.

O chão ainda não será dessa vez. Por causa da história dos cupins, o dinheiro acabou antes do planejado e a solução foi colocar pó xadrez na área onde antes havia a cama. Por mim, arrancava esse piso e colocava pó xadrez amarelinho em tudo. Acho que tem haver com a proposta de uma casa de uso esporádico, além do que é minha cara, mas recebi um veto do Celo. Talvez compre uma cama super grande e esse detalhe fique camuflado. Ainda não sei, o que sei é que apesar do sufoco de assumir duas obras ao mesmo tempo, o resultado vem me deixando nas nuvens.

Beijocas e inté!

PS: Essa postagem foi feita ontem e sumiu. Tive que recuperá-la em cache. Chato isso, heim! Srs. Administradores do Blogger!



29 de jan. de 2013

A saga

Lembra quando tirei as teias de aranha do blog e escrevi o post: Adivinha o que ando fazendo? Todo mundo achou que eu estava viajando, relaxando, curtindo uma piscininha, fazendo crochê, enfim, essas coisas básicas que qualquer normal faz nas férias, que nada, pra tristeza geral da nação, estava trabalhando e muito nas obras que estou fazendo aqui no apertamento e lá no Lar de Férias. A foto daquele post, foi num pit stop onde meus pés clamavam por 5 minutos de descanso. Ralação total, nem sei como retorno pro trabalho na 2˚ feira.

Antes de relatar minha saga, permita-me dizer que tinha programado que durante minhas férias iria, exclusivamente, me dedicar às obras nos quartos do Lar de Férias. Só que ao retornar pro apertamento  descobri, ou melhor, o Bejota descobriu cupins no meu quarto, especificamente no rodapé do piso de laminado, justo o piso que indiquei pra varias pessoas aqui no blog. Pra saber a história do piso, clica nesses links aqui, aqui e aqui. Uma saga que me fez lembrar de algo que vovó dizia, com sabedoria: "quando uma história não começa bem, desiste que não vai terminar bem", pois é, não desisti, paguei pra ver e me estrepei. Deu cupim no rodapé da Eucafloor!!!!

Chamei uma empresa pra fazer a descupinização e fui informada que eles (os malditos cupins) já estavam todos faceiros passeando por baixo do piso. Essa informação foi uma facada no meu coração, pior do que rasteira de melhor amiga. Imaginar que esse quarto lindo, viria abaixo me deixou mal, muito mal, mas facada pior foi do orçamento da descupinização. Me recuso até a reproduzir aqueles números aqui.

Sem forças, sem dinheiro (pois gastei tudo com as reformas dos quartos do Lar de Férias) e sem tempo, me pus a procurar: quem tirasse o laminado do quarto, uma empresa que fizesse a descupinização num preço possível e outra pra passar sinteco no chão, ou seja, coisa pouca, né?

Por incrível que pareça, todos os móveis do quarto ficaram a salvo dos cupins. Não conseguia deixar de pensar no meu armário rodrigueano (bonitinho mais ordinário) que custou uma pequena fortuna, sendo devorado pelos malditos, mas graças ao Papai do Céu, ele saiu intacto da operação de guerra, que irei roteirizar procês.

O estrago: quando Bejota descobriu os cupins.




Os caminhos: que os cupins percorreram embaixo do piso de laminado. Dá pra acreditar que os tacos  e os móveis estavam intactos?


 O joga fora no lixo: as tábuas do piso não foram tocadas pelos cupins apenas os rodapés, mas não tive coragem de ficar com nenhuma, mesmo sabendo que havia potencial nelas.


A raspagem: já livre dos malditos, os pisos de peroba originais da construção do prédio lá pelos idos da década de 50, passaram pela calafetagem.


O resultado final: livre dos cupins e com um brilho acetinado que adorei.


A conclusão da saga é a de pura felicidade, mesmo sem um tostão no bolso, não durmo mas com os inimigos, ou melhor, com os cupins.

Beijocas e inté a próxima, com notícias da outra obra.


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